BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E CURRÍCULO PAULISTA: DOCUMENTOS OU POLÍTICAS CURRICULARES?

Autores

Palavras-chave:

Currículo, Políticas Curriculares, Teorias curriculares

Resumo

O artigo busca compreender como foram definidas as diretrizes dos textos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Currículo Paulista (CP). Objetiva investigar se a estrutura prevista nesses textos: a) respeitam os pressupostos da Teoria de Currículo; e b) brevemente, como esses textos se adéquam ao modelo federalista. Para tal, analisa-se a BNCC e o CP à luz das teorias críticas e pós-críticas de currículo, discutidas por Silva (2003); Cury (2008); Goodson (2018); Lopes e Oliveira (2011); e Young (2014). De natureza qualitativa e exploratória, o estudo se ancora em pesquisa bibliográfica e na análise da base jurídica dessas políticas. Como resultado observa-se que a BNCC e o CP detêm legitimidade como política curricular, atendendo ao modelo federalista; e carregam viés tradicional por se organizarem a partir conceitos de objetivos de aprendizagem, competências e habilidades.

Biografia do Autor

Edmar Lucas Ferreira Sehnem, Universidade Cidade de São Paulo

Doutor e Mestre em Educação pela UNICID, com foco em Políticas Públicas Educacionais. Possui especializações em Gestão Educacional, Língua e Literatura Portuguesa , Direito Educacional, Liderança Educacional e Gestão de Políticas Públicas. É graduado em Letras e Pedagogia . Atua como professor efetivo da rede pública de Mongaguá/SP e foi Diretor de Departamento de Ensino do município. É pesquisador e responsável técnico da REIPEGE e possui ampla experiência em Gestão Educacional, Supervisão, Políticas Públicas e Gestão Democrática. Desenvolve pesquisas e práticas voltadas à superação de vulnerabilidades educacionais e formação docente.

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Publicado

24-08-2026